Incrível mesmo é a história de Jean-Pierre,
Sans-culotte que fugira da violência da Revolução Francesa,
Mas que foi morto por um yuppie do Batel Soho.
(BQQ, Curitiba, 30 de junho de 2011)
De passagem, nosso pequeno conúbio agrega aqui o quanto pode de uma experiência pessoal e diária, o favor crítico sobre as intempestividades de nosso tempo, a síntese descentralizada, imprecisa de um espírito do presente. O que é ser civilizado, o que é ser moderno? Tempo, progresso, memória? Por agora, a provocação que nos fica: Onde está Godot?
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